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10 equívocos comuns sobre o Budismo



POR EDITOR SPM-BE |





10 equívocos comuns sobre o Budismo

budismo mindfulness
Se entrar num templo budista é provável que veja um comportamento que parece potenciar a idolatria (a adoração de ídolos). Devotos exibem reverência...
Se o tema do budismo é relativamente novo para si, então a sua mente estará talvez como uma ardósia limpa, sem ideias pré-existentes sobre os seus ensinamentos. Mas muito provavelmente supomos que tem pelo menos alguns preconceitos sobre os budistas, o Buda, ou as práticas budistas. São construções que foi possivelmente fazendo a partir de um comentário no noticiário noturno, de uma foto no jornal, do facebook ou de uma observação que ouviu enquanto assistia a um documentário sobre a Ásia. Embora as intenções dos média sejam geralmente boas,  estão, muitas vezes, distorcidas e repletas de ideias sobre o budismo, podendo não corresponder à sua essência.

Tem sido notado que certos equívocos aparecem repetidamente em comentários e perguntas dos alunos. Eu consigo lembrar-me das ideias que eu tinha quando me iniciei no estudo do Budismo. Por exemplo, depois de ler um ou dois livros que enfatizavam a importância de eliminar a avidez/desejo se quiser alcançar o estado de Buda.

budismo mindfulness

Seguidamente, apresentamos dez equívocos comuns sobre o budismo e que emergem regularmente naqueles que  são iniciantes (e às vezes até mesmo experientes) estudantes do budismo. Talvez encontre alguns que partilhe.

1. O budismo é apenas para os Asiáticos


De facto, o budismo é originário da Índia, tendo posteriormente se espalhado, primeiro, ao vizinho Sri Lanka e depois a outros países Asiáticos. Todas as formas tradicionais do budismo (como Tibetano, Vietnamita, e o Budismo Japonês) são nativas da Ásia. A maioria das pessoas têm imagens mentais dos monges e monjas budistas como sendo decididamente asiáticas. Levando essa linha de raciocínio um pouco mais longe, algumas pessoas presumem que qualquer coisa relacionada com o budismo é apenas adequado para a "mentalidade oriental" (o que quer que isso signifique) e impróprio para os ocidentais.

No entanto, o budismo não pertence a nenhum continente, nação ou grupo étnico. Enquanto existir sofrimento sob a tirania das emoções negativas, hábitos destrutivos e pensamentos distorcidos, os ensinamentos budistas sobre mindfulness, sabedoria e compaixão podem oferecer métodos eficazes para alcançar a felicidade duradoura e paz de espírito.

Na verdade, milhões de homens e mulheres na Europa e as Américas têm adoptado o budismo como o seu caminho espiritual e começaram a adaptar os seus rituais e formas em função das suas necessidades. E uma grande parte dos mestres budistas no Ocidente actuais nasceram e cresceram no Ocidente. É claro que, nos Estados Unidos da América, muitos Americanos Asiáticos ainda praticam o budismo - mas agora muitos americanos de outras 'raças' e grupos étnicos o fazem também. Rapidamente o budismo está a tornar-se universal.


2. Para os budistas, o Buda é Deus


Porque as grandes religiões ocidentais são centradas num Deus, muitas pessoas, compreensivelmente, acham que os budistas consideram o Buda como o criador do mundo e o Ser Supremo que julga as nossas acções, distribuindo recompensas e punições, desempenhando um papel importante na determinação do nosso destino, e geralmente, tendo uma participação activa no modo como as nossas vidas se desenrolam.

Mas nenhum desses conceitos se aplica ao budismo. O Buda histórico foi um ser humano como todos os outros. Através do treino espiritual ele foi capaz de penetrar nas camadas mais profundas do apego, da cólera, da ignorância e do medo da sua própria mente e coração, e percebeu a origem do sofrimento, tendo também descoberto o caminho que conduz à cessação do sofrimento. Ele sentiu-se, então, movido a conduzir os outros a saírem do seu sofrimento auto-criado e passou muitos anos a partilhar os seus insights, ideias e métodos.

No entanto, existe, definitivamente, um aspecto devocional nas práticas budistas. As imagens de Buda são adoradas com ofertas, e algumas tradições do budismo reverenciam certos Budas e Bodhisattvas. Embora estes budistas não adorem estes Budas e Bodhisattvas exactamente da mesma maneira que os judeus e cristãos adoram Deus. Eles tratam estas figuras com uma grande devoção, mas além disso, eles acreditam que estes seres transcendentes podem, ocasionalmente, intervir na vida dos humanos, especialmente ajudando a capacitar transformação espiritual.


3. Os budistas são adoradores de ídolos


Se entrar num templo budista é provável que veja um comportamento que parece potenciar a idolatria (a adoração de ídolos). Devotos exibem reverência, com as suas palmas das mãos juntas na frente de um altar, decorado com flores, incenso e outras ofertas, caracterizando uma estátua do Buda (às vezes acompanhada de outras figuras estranhas). De repente, então, essas pessoas curvam-se, em alguns casos, estendendo os seus corpos no chão na direcção do altar. Embora esta cena - chamada de oferecer prostrações - pareça uma adoração a ídolos, uma imagem bem diferente emerge. Quando se curva ou conscientemente se exerce as prostrações (não como um ritual vazio), está a demonstrar humilhação do seu pseudo ego e honrar o 'Buda'.


4. Porque os budistas acham que a vida é sofrimento, discutem muito o tema da morte


Este equívoco é particularmente um dos mais populares e mais persistentes sobre o budismo. Qual é a fundamentação para a sua existência? Afinal de contas, a primeira das Quatro Nobres Verdades, no coração dos ensinamentos do Buda, é conhecida como a verdade do sofrimento.

Este mal-entendido pode ser dissipado se, em grande medida, entendermos que o Buda, como um médico, não só diagnostica o sofrimento, como também ensina a cessação do sofrimento, bem como o caminho que leva a esta cessação. A compreensão da verdade do sofrimento meramente informa e motiva a seguir o caminho que conduz ao fim do sofrimento - a alegria indizível e a paz que nasce quando se alcança o despertar. Resumindo, os budistas não estão morbidamente fixados no sofrimento. Pelo contrário, os budistas estão preocupados, principalmente, com uma felicidade duradoura e no alcançar da liberdade que não depende das circunstâncias imprevisíveis da vida. Se precisa de prova, basta olhar para o rosto sorridente do Dalai Lama,  actualmente o budista mais proeminente no Ocidente.


5. Os budistas pensam que tudo é uma ilusão


Os ensinamentos budistas têm como objectivo eliminar todas as perspectivas falsas, enganosas e enviesadas acerca da realidade, porque essas visões constituem uma importante fonte de sofrimento.

Para expressar este ponto, certos textos budistas Mahayana, por exemplo, comparam o mundo das aparências (onde vive a maioria das pessoas) com um insubstancial sonho, miragem ou ilusão. Infelizmente, algumas pessoas interpretam erradamente esta metáfora para significar que nada existe realmente, que as coisas são apenas uma invenção da nossa imaginação, e não importa o que realmente faça porque nada faz sentido.

Mas o Budismo considera esta interpretação excessivamente negativa e um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento espiritual. As pessoas que caem sob a crença desta perspectiva estão em perigo de se comportar de forma imprudente e ignorando as leis de causa e efeito ("afinal, tudo é apenas uma ilusão"), criando apenas mais sofrimento para si e para os outros.

As coisas não são ilusões, as coisas são como ilusões. Elas parecem existir de uma determinada forma, mas, de facto, existem de uma outra forma. Por exemplo, numa ilusão de óptica uma linha pode parecer maior do que outra linha, mas na realidade ser mais curta. Da mesma forma, a realidade pode parecer ser uma colecção de objectos materiais sólidos e separados. Na verdade, porém, são um fluxo em constante mutação, em que tudo está inter-relacionado e nada está  separado ou é independente, como parece ser. A nível relativo, no quotidiano, as coisas existem. Caso contrário, como poderíamos ter escrito este artigo, e como poderia estar a lê-lo?

Este engano estará presente até que remova os véus dos distorções que obscurecem a sua sabedoria, e até lá não pode perceber a realidade directamente, da forma como ela é realmente.


6. Os budistas não acreditam em nada


Este equívoco está intimamente relacionado com o que se referiu no item "os budistas pensam que tudo é uma ilusão".
Para entender os aspectos profundos das quatro nobres verdades, a principal doutrina do budismo, é fundamental compreender o que é conhecido como as 'duas verdades'. 'As 'duas verdades' referem-se à perspectiva filosófica budista fundamental que considera que existem dois níveis de realidade. Um é o nível empírico, fenomenal e relativo àquilo que nos parece ser, onde funções como causas e condições, nomes e rótulos, e assim por diante podem ser validamente compreendidos. O outro é um profundo nível de existência, para além do primeiro, o qual os filósofos budistas descrevem como o fundamental, ou final, a natureza da realidade, e que muitas vezes é tecnicamente referido como "vazio". A realidade absoluta não manifesta - Shunyata, Paramatman, Tao, Natureza de Buda, etc. - é a base suprema de toda a realidade. O seu alcance é experimentado como Nirvana ou libertação ou auto-realização. O oposto deste estado é o mundo dos fenómenos, Maya, a verdade relativa, Ilusão, Samsara, "a roda do renascimento", sujeito à ignorância (avidya) da sua verdadeira natureza, o desejo, a infelicidade, e assim por diante.

Os budistas acreditam na vacuidade - ou, mais precisamente, procuram experimentar a vacuidade - mas isso não significa que eles não acreditem em nada. Adoptar uma rejeição tão extrema de tudo é uma grande armadilha no caminho espiritual.

Ao investigar a natureza última da realidade, os pensadores budistas tomaram as palavras do Buda, não tanto como uma autoridade suprema, mas sim como pistas para ajudar o seu próprio insight, pois a autoridade última deve sempre residir na própria razão do indivíduo e da sua análise crítica. É por isso que encontramos várias concepções de realidade na literatura budista. Cada uma é baseada num nível diferente de entendimento da natureza última.


7. Somente os budistas podem praticar o budismo


Algumas pessoas que se deparam com o Budismo através de um livro ou de um professor descobrem que os seus ensinamentos ajudam a dar sentido à sua vida. Mas elas refream-se de os praticar, porque pensam que têm que se tornar budistas - e elas realmente não querem ir tão longe. Talvez essas pessoas já pertencem a uma outra tradição religiosa e não se sentem confortáveis ​​com a ideia de abandoná-la. Ou talvez elas ainda não queiram identificar-se com qualquer movimento particular ou "ismo". Se é uma dessas pessoas, ouça os ensinamentos budistas e seguia-os, se quiser, mas permaneça fiel à sua própria tradição. Afinal, cada religião tem as suas próprias qualidades ​​e valores notáveis.

Se considera que certos ensinamentos budistas são particularmente interessantes, simplesmente, coloque-os em prática, tanto quanto puder. O facto é que muitos cristãos e judeus nos dias de hoje, incluindo ministros bem conhecidos, rabinos e sacerdotes, praticam formas de meditação budistas, porque eles acham que as técnicas e os ensinamentos apoiam e aprofundam a sua compreensão e apreciação da sua própria tradição. Vários católicos praticantes foram reconhecidos como mestres zen! Se feita 'correctamente', a meditação budista pode torná-lo ainda melhor seguidor de sua própria religião - ou um ateu melhor, se é isso que deseja.


8. Os budistas estão apenas interessados ​​em contemplar os seus umbigos


Sem dúvida que, o budismo coloca uma grande ênfase na introspecção silenciosa. Direccionar a sua atenção para dentro e domar a sua mente selvagem e fragmentada, sugerem os ensinamentos. Muitas pessoas, até mesmo os budistas experientes, interpretam que isso significa que eles têm de virar as costas para o mundo exterior e se concentrar exclusivamente na sua prática. Mas esta imagem é apenas parte da realidade.

Em certas tradições do Budismo Mahayana, o Bodhisattva compassivo é considerado como o modelo final. O problema é que não se pode esperar ajudar os outros de uma forma eficaz se ainda se está preso nas suas próprias emoções negativas e padrões habituais, tais como a ignorância, ganância, inveja, raiva e medo. Então, se quer ajudar os outros ou apenas ajudar-se a si mesmo, precisa de iniciar com o mesmo procedimento: dirigir-se para o seu interior através da meditação e outras práticas e trabalhar com a sua própria mente e coração. Eventualmente, se a sua motivação altruísta é forte, naturalmente, irá partilhar a sabedoria e compaixão que foi cultivando com as pessoas ao seu redor.

Nas últimas décadas, alguns budistas criaram movimentos de acção social. Estes são conhecidos pelo termo geral de 'Budismo Engajado (socialmente)'. Se quiser exemplos de mestres budistas proeminentes comprometidos com a acção social, não precisa de procurar muito. Dois bons exemplos - Thich Nhat Hanh, que foi indicado para o Prémio Nobel da Paz em 1968 pelo seu activismo em prol da paz durante a Guerra do Vietname, e o Dalai Lama, que foi premiado com o prémio em 1989 pelo seu trabalho incansável em nome do povo tibetano.


9. Os budistas nunca ficam com raiva


A prática da meditação pode ser entendida a partir de vários pontos de vista diferentes. De acordo com alguns professores na tradição Zen, por exemplo, a ideia de que medita para conseguir alguma coisa limita a sua prática e leva-o para longe do momento presente. De acordo com o ponto de vista que as tradições Theravada e Vajrayana partilham, no entanto, as pessoas envolvem-se na meditação por uma variedade de razões, uma das mais importantes é a de superar obstáculos internos, como o ódio e a raiva. Os budistas, por isso, tem a reputação de ser calmos, mesmo moderados, e imperturbáveis quando confrontados com a adversidade. Muitas pessoas, mesmo alguns budistas, consideram s monges e as freiras como sendo especialmente incapazes de ter raiva.

Mas tenha em mente que simplesmente tornar-se um budista, ou colocar as vestes de um monge ou freira não significa que de repente quebra todos os hábitos destrutivos de uma vida (ou, como diriam os budistas, de incontáveis ​​vidas). O desenvolvimento espiritual leva tempo, e se espera mudanças dramáticas simplesmente porque adoptou uma nova religião ou decidiu usar roupas diferentes é uma visão irrealista.

Se é sincero nas suas práticas budistas pode começar a observar algumas mudanças num período relativamente curto de tempo - digamos, seis meses ou um ano. Pode ainda ficar com raiva, mas talvez não fica com raiva tão frequentemente ou tão violentamente ou por tanto tempo. Se notar esses sinais positivos de mudança, pode alegrar-se com eles. Eventualmente, existe a possibilidade de descobrir que as situações que costumavam causar-lhe perturbação agora apenas aumentam a sua compreensão, amor e tolerância. Isso é quando sabe que está realmente a fazer progressos.


Finalmente, é preciso mencionar que se finge estar calmo e tranquilo, enquanto está a 'ferver por dentro com raiva' não é definitivamente uma prática budista recomendada. Nem é, claro, uma prática recomendável descarregar a sua raiva nos outros. O primeiro passo é reconhecer que está com raiva; o próximo passo é trabalhar com a sua raiva, usando uma das várias práticas budistas que podem ajudar a suavizá-la e, finalmente, a neutralizá-la. Se necessário, pode expressar a sua raiva de uma forma clara e responsável. Mas se apenas a pretender abafá-la é como tentar parar uma panela de água a ferver pressionando firmemente na sua tampa: mais cedo ou mais tarde o panela vai explodir!



10. "É apenas o meu Carma; Não há nada que possa fazer com ele"


O termo carma surge muitas vezes nas conversa casuais do dia-a-dia, e diferentes pessoas têm diferentes ideias sobre o que significa. Para algumas pessoas, karma parece ser imprevisível - algum tipo de sorte. Para outros, o termo significa destino, e a sua atitude perante a vida, portanto, tende a ser bastante fatalista: "É o meu carma de me enervar facilmente", eles podem dizer. "Esta é apenas a forma como eu sou; O que posso fazer?"

O budismo vê o carma (que significa literalmente 'acção') simultaneamente como mais previsível e mais dinâmico do que as perspectivas da palavra que se acabou de descrever. O relevante a reter é que cada um de nós se engaja continuamente em acções agora e que conduzirão a resultados cármicos no futuro, e cada um nós experimenta continuamente os resultados cármicos agora de acções que criou no passado. Por outras palavras, o seu carma não é um destino fixo, imutável que deve aceitar passivamente, como se fosse único e imutável, que o universo reservou para si. Em vez disso, a sua situação cármica muda constantemente, dependendo de como agir, falar e pensar no momento presente. Ao alterar o seu comportamento e transformar a sua mente e o seu coração através da prática budista, pode definitivamente transformar a qualidade da sua vida (e a vida das pessoas mais próximas).

Adaptado do livro 'Buddhism For Dummies' de Jonathan Landaw e Stephan Bodian
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10 equívocos comuns sobre o Budismo Reviewed by Mindfulness Institute on 13:32 Rating: 5






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