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Felicidade Autêntica vs. Felicidade Condicional



POR EDITOR SPM-BE |





Felicidade Autêntica vs. Felicidade Condicional


Existem duas categorias básicas de felicidade - felicidade condicional e autêntica.

Quando a felicidade é condicional ela deriva de experiências prazerosas ou satisfatórias.

A felicidade autêntica, por outro lado, não é dependente de qualquer coisa fora de nós mesmos. É a simples alegria de estar, a felicidade interior que vemos em crianças pequenas, uma alegria sem causa que emerge espontaneamente de dentro.

A felicidade condicional é caracterizada pela crença de que : "Eu vou ser feliz quando …….. acontecer . " 

O espaço em branco será preenchido de acordo com as orientações de cada um. Algumas pessoas terão em mente um iphone, outros um carro novo, outros roupa nova, um(a) parceira(a) ideal, etc… Sempre à espera de eventos externos para Ser de certa forma, vivemos num estado de "tornar-se" feliz, ao invés de simplesmente Ser feliz aqui e agora, sejam quais forem as nossas circunstâncias.
Quando a felicidade é condicional, ela é perspectivada como um objectivo a ser alcançado e não uma simples expressão de quem somos. Crianças (e adultos conscientes) são felizes sem nenhum motivo.

A felicidade autêntica não é mais que uma expressão da nossa verdadeira natureza. Quando esquecemos quem realmente somos, algo estranho acontece. Olhamos para a felicidade fora de nós mesmos . Em busca da felicidade, tentamos controlar e manipular situações e pessoas com o objectivo de criar o que acreditamos serem as circunstâncias favoráveis para a nossa felicidade a florescer. Somos prisioneiros numa dança interminável de correr atrás de experiências prazerosas e resistindo ou afastando aqueles e/ou aquilo que nos faz sentir desconfortáveis. Pode estar familiarizado com o que Jung escreveu: "aquilo a que resiste, persiste“. A infelicidade causada por "experiências indesejáveis" não vem tanto das experiências em si, mas da resistência que se coloca. Sofremos na medida em que nós resistimos ao que simplesmente É.

Então, como fazemos a transição da felicidade condicional, que é superficial, vem e vai e experimentamos directamente a felicidade autêntica, da nossa verdadeira natureza? 

Independentemente de como isso possa parecer, a mesma felicidade autêntica, que está presente na criança - a felicidade interior - também está presente no adulto. A nossa natureza essencial não muda, mas certamente pode parecer assim.
Aqui fica uma boa analogia : Imagine uma lâmpada de 500 watts a brilhar. Imagine que coloca um pano sobre a lâmpada, e outro e depois outro e assim por diante. À medida que cada pano é adicionado, a luz da lâmpada parece tornar-se mais fraca e mais fraca, desde o ponto de vista da superfície. No entanto, debaixo dos panos, a lâmpada continua a brilhar com a mesma intensidade. O obscurecimento da lâmpada é apenas uma aparência criada pela presença dos panos. Ser livre de uma auto-imagem condicionada, com todas as suas ideias associadas, crenças e conceitos (panos) do que é a felicidade e como deveria ser.
As crianças estão mais perto do estado natural do que a maioria dos adultos. A luz do seu ser interior ainda não foi coberta por camadas complexas de programação (fruto dos anos de vida sem estarmos verdadeiramente conscientes).
Mesmo conceitos como felicidade ou infelicidade estão ausentes. Não podemos conhecer a infelicidade a menos que o conceito existe em primeiro lugar.

A felicidade autêntica é simplesmente o que permanece em nós ao remover todas as nossas ideias sobre quem somos e como nossas vidas deveriam ser. Não é algo para ser encontrado, e não algo a ser descoberto. Aquilo que procuramos já está dentro de nós, à nossa procura. A felicidade é um trabalho de dentro para fora.

 Torna-se então central perceber que a felicidade é uma escolha, que muito pouco tem a ver com as circunstâncias externas. É mais fácil dizer do que fazer, está a pensar. Como poderemos enveredar pelo caminho da felicidade autêntica?



Inicie uma prática meditativa diária de apenas alguns minutos.

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Felicidade Autêntica vs. Felicidade Condicional Reviewed by Vítor Bertocchini on 15:24 Rating: 5






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